CAORG - Centro de Artes e Ofícios Roque Gameiro

O Centro de Artes e Ofícios Roque Gameiro surgiu da vontade de criar algo  que pudesse fomentar a arte neste território onde outrora Roque Gameiro nasceu.

Tal como Pessoa escreveu "Deus quer, o homem sonha, a obra nasce."

A divulgação das Artes é uma das traves-mestras sobre a qual assenta um dos principais interesses e a grande aposta no futuro que o Centro de Artes e Ofícios preconiza, porque entendemos que através da Arte é possível formar jovens humanamente melhor preparados, mais cultos, mais íntegros, mais sensíveis aos outros e à natureza, mais felizes.

Nesta área procuramos fomentar o ensino artístico, nos seus diversos ramos. Existem em funcionamento:

O Museu da Aguarela, com a divulgação da obra do Mestre;
O Conservatório de Música Jaime Chavinha, com ensino oficial em todos os ciclos do ensino básico;
O Atelier de Dança, clássica e contemporânea, que dá formação a crianças, jovens e adultos;
O Atelier de Desenho e Pintura, com exposições temporárias e cursos de pintura, procurando cativar para esta área novos artistas e dando a conhecer os trabalhos de outros;
O Atelier de Restauro, com especial enfoque no restauro de papel;
O Atelier de Tecelagem das mantas de lã, com 3 teares manuais em funcionamento;
O Charales Chorus (Coro Polifónico), verdadeiro emblema da nossa colectividade, pela visibilidade que proporciona e pela qualidade e encanto das vozes que nos representam por todo o país;
A Piação do Xarales do Ninhou, com o revigoramento do Minderico.

A intervenção do CAORG procura atingir os objectivos que levam ao desenvolvimento do património humano e social ao qual se dirige, e ao desenvolvimento do território onde está inserido.
Assume formas e meios bastante diversos, representando várias vertentes de intervenção. É nesta abrangência que procuramos identificar o carácter colectivo das nossas actividades, procurando que tenham um interesse alargado a uma camada vasta da população, trazendo a Arte à população e arredores, não incentivando elitismos, e ao mesmo tempo realçando a individualidade de cada interveniente e incentivando o bem comum, numa corrida desenfreada contra o esquecimento e a apatia. Com um pé no passado, mas o outro sempre mais adiante.  
 
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